Monica Seixas prestará primeiro depoimento pelo caso de violência política sofrida na Alesp

Monica Seixas, deputada estadual de São Paulo pelo PSOL, prestará seu primeiro depoimento nesta sexta-feira (30.09) na Polícia Federal referente ao caso de violência política sofrido pelo também deputado estadual Wellington Moura (Republicanos). A agressão ocorreu no dia 18 de maio deste ano, após Monica defender por meio de uma questão de ordem permitida pelo regimento interno a colega de parlamento Erica Malunguinho de ataques transfóbicos, e o político responder que colocaria um cabresto em sua boca.



Após o envolvimento neste escândalo de agressão, Wellington Moura não se candidatou à reeleição na Alesp e é coordenador de campanha de Tarcísio de Freitas, apoiador de Bolsonaro e atual candidato ao governo do Estado de São Paulo.

Depois do ocorrido, a equipe jurídica da parlamentar seguiu com processo e o Ministério Público Federal oficiou a procuradoria regional eleitoral para que abrisse inquérito, o que ocasionou na convocação da parlamentar para prestar seu testemunho na Delegacia de Defesa Social e Institucional.

Segundo o artigo 326-B do Código Eleitoral, o parlamentar do Republicanos cometeu um crime ao impedir o desempenho de um mandato eletivo, sendo que tal ato pode gerar pena de 1 a 4 anos de reclusão e multa.



Monica Seixas, deputada estadual de São Paulo pelo PSOL, prestará seu primeiro depoimento nesta sexta-feira (30.09) na Polícia Federal referente ao caso de violência política sofrido pelo também deputado estadual Wellington Moura (Republicanos). A agressão ocorreu no dia 18 de maio deste ano, após Monica defender por meio de uma questão de ordem permitida pelo regimento interno a colega de parlamento Erica Malunguinho de ataques transfóbicos, e o político responder que colocaria um cabresto em sua boca.

Após o envolvimento neste escândalo de agressão, Wellington Moura não se candidatou à reeleição na Alesp e é coordenador de campanha de Tarcísio de Freitas, apoiador de Bolsonaro e atual candidato ao governo do Estado de São Paulo.

“A violência política que sofri não pode passar impune. Sou uma mulher negra eleita democraticamente e não podem me agredir desta forma. O ocorrido vai muito além da política e entra no âmbito do machismo e do racismo. Seguiremos na luta para que seja feita justiça e outras parlamentares não passem por isso”, afirma Monica Seixas.

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