Dia do sacerdote e da sacerdotisa, de religiões de Matrizes Africanas é celebrado pela Sejus

Nesta terça-feira (24) a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus) celebra o dia do sacerdote e da sacerdotisa, de religiões de Matrizes Africanas. A data foi instituída pela Lei Distrital nº 6275, de 27 de fevereiro de 2019. O dia marca a importância do reconhecimento aos sacerdotes e sacerdotisas das religiões afro-brasileiras e ameríndias.

“A Sejus entende que a data significa uma expressão da necessidade, não só do fomento ao respeito a estas religiões tradicionais, que em seu conjunto são as expressões religiosas mais autênticas, no âmbito de nossa cultura, mas especialmente, pelo fato de que se constituem os segmentos religiosos mais atacados e vitimados por crimes de intolerância religiosa no país”, ressalta a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani.

A data também representa uma ação de valorização e reparação das tantas injustiças e preconceitos, infelizmente presentes no tecido social, contra estas religiosidades.

Há inúmeros registros de sofrimento por parte dos povos de terreiro, em função da intolerância religiosa e do racismo religioso. A Subsecretaria de Direitos Humanos da Sejus ressalta que é dever do Estado, atuar no sentido de promover a valorização desta imensa riqueza da espiritualidade brasileira.

No Distrito Federal os órgãos que suscitam o fomento a reparação de direitos, atendimentos a demandas de combate à intolerância, prevenção às violências neste campo são a DECRIN e o Comitê Distrital de Diversidade Religiosa (CDDR), órgão ligado à Sejus.

Outros organismos estatais e sociais que também criam mecanismos de promoção só respeito religioso têm fundamental importância na criação de políticas públicas no DF, a exemplo do Ministério Público, Defensoria Pública do DF, Câmara Legislativa do Distrito Federal, Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional DF, universidades e entes voltados a atuação ecumênica e inter-religiosa.

O GDF vem trabalhando na ampliação do atendimento a direitos dos povos de terreiro, através do acesso à regularização de templos, estabelecido pela Lei Distrital nº 6.888/2021, estruturada a partir de gestões do GDF, que promoveu a instituição de mecanismo de moeda social para reconhecer e colaborar com a plena efetivação dos processos relativos à regularização de templos.

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